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Como a China se tornou líder mundial em energia eólica

4 de agosto de 2020

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Nos últimos anos, a China se tornou líder em energia eólica e pretende ser o maior produtor e distribuir dessa fonte de energia nos próximos anos

A estratégia, traçada desde 2016, faz parte do 13º Plano Quinquenal da China. No documento, o país propõe um crescimento econômico acima dos 6,5%, em média, e duplicar, até este ano, o seu PIB

Esse plano tem em vista o desenvolvimento nacional e o investimento em área de pesquisa e desenvolvimento. Entre os pilares propostos pelo plano está a energia eólica como ponto focal, identificando turbinas como uma capacidade de produção de megawatts (MW) entre 8 e 10 como a tecnologia principal

De acordo com os dados apresentados pelo Conselho Mundial de Energia, em fevereiro de 2019, a China instalou muito mais capacidade de energia eólica do que qualquer outro país. E isso não foi possível sem a estratégia bem planejada estabelecida pelo governo chinês

Estratégia?

De acordo com uma reportagem publicada pela revista Época, no começo de 2017, a China anunciou o investimento de mais de US$ 360 bilhões em energia renovável até este ano.

Em Março daquele ano, a China já demonstrava uma superação das suas próprias metas e, em Julho, para alavancar ainda mais o mercado de energia sustentável, a agência reguladora do país lançou novas medidas para reduzir a dependência do país em relação ao carvão

O sucesso da China com a produção e distribuição da energia eólica se dá ao aumento da eficiência energética em edifícios residenciais, industriais e comerciais, assim como uma menor demanda de energia primária nos transportes, devido ao crescimento de veículos sustentáveis e o compartilhamento de viagens

Um relatório produzido pelo Instituto McKinsey em 2017, “Como a tecnologia está remodelando a oferta e a demanda de recursos naturais”,  apontou que, nos últimos anos, a procura por energia primária está diminuindo e, se os países continuarem a adotar as novas tecnologias, essa demanda poderá atingiu o pico em 2015

Aumento da influência econômica global

A motivação chinesa para investir nessa área está no alcance da influência econômica global. Com o alto desempenho da produção e distribuição da energia eólica, as empresas de energia chinesa investiram fortemente no exterior para implantar a energia eólica

Um exemplo disso são os números publicados pelo Instituto de Economia e Análise Financeira da Energia (IEEFA), em 2018. O relatório apontou que só em 2018, a China investiu mais de US$ 12 bilhões em mercados da Europa e da Austrália

Com isso, o país se tornou líder em produção, exportação e instalação de painéis solares, assim como:

– Turbinas eólicas;

– Baterias;

– Veículos elétricos.

O objetivo do governo chinês, agora, é produzir 50% de sua energia a partir de fontes não fósseis, incluindo fontes nucleares e renováveis, até 2030

Problemas e soluções

Mas, além da sua estratégia bem desenhada para atingir suas metas e a alta demanda de energia renovável que o país solicita, o território chinês oferece um grande diferencial para a produção de energia eólica.

A região é ideal para a produção de energia eólica. Tanto em terra, como ao longo do litoral, a região oferece recursos potenciais estimados em mais de 2.380 GW. Mas, a vastidão do território também é um ponto negativo.

Reservas de energia sustentáveis produzidas pelo país se localizam do lado oposto da onde fica concentrada a maior parte da população do país, por isso, uma das soluções encontradas pela China foi investir na maior linha de transmissão de energia do mundo.

Inaugurada em 2019, a linha de transmissão de energia de ultra alta tensão, é a maior linha de transmissão em funcionamento. O complexo atende as demandas de energia nas regiões industrializadas do Leste e reduz a eletricidade desperdiçada da região Oeste.

Por fim, mesmo com o impacto da pandemia do novo Coronavírus, o governo chinês ainda pode atingir as suas metas. Antes mesmo do início do vírus, havia uma tendência de investimento em fontes renováveis por parte de acordo internacionais e investimentos governamentais.

A pandemia abriu os olhos de muitos investidores que enxergam nas fontes de energias renováveis uma saída vantajosa que não causa grandes impactos ao meio ambiente. O relatório Têndencias Globais do Investimento em Energia Renovável 2020 mostrou como a energia renovável tem se tornado mais econômica e como isso pode ajudar no cumprimento dos objetivos sustentáveis, para um futuro mais verde

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