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Casas gastavam mais energia mesmo sem home office há 7 anos atrás!

27 de setembro de 2021

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Consumo médio caiu 800 watts por residência no comparativo de 2013 X 2020.

O consumo de energia elétrica no país, em seus números oficiais, mostram que não aumentou ou subiu o gasto nas residências durante a pandemia de covid-19, período em que milhões de brasileiros passaram a trabalhar em casa.

Pode parecer uma contradição, afinal a transferência dos escritórios para casa consome mais energia, pode ser explicado porque dentre os cerca de 75 milhões de residências que recebem energia no Brasil, há não só trabalhadores que foram para o home office.

O número saltou de 11 milhões em 2019 para mais de 14,4 milhões o número de desempregados, sem contar que todos os brasileiros, de forma geral, precisaram economizar para conseguir pagar a conta, que está cada vez mais salgada.

O custo da conta de luz residencial aumentou 21,08% nos últimos doze meses, segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de agosto, divulgado pelo IBGE. A inflação no período ficou em 9,68% e o salário mínimo nacional subiu 5,2% de 2020 para 2021.

Então por que ficou mais caro?

No cálculo do custo do consumo residencial entram preços diferentes para cada horário. Você pode ter um aumento na conta de luz, por exemplo, por ligar aparelhos no fim da tarde, em que a energia é mais cara.

As distribuidoras de energia cobram mais por kwh em horários de alto consumo, entre 17h ou 18h e 21h, dependendo da região.

De acordo com o site da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), o kwh na capital paulista, por exemplo, custa R$ 1,115 nos horários de pico e cai para R$ 0,594 no restante do dia. 

Se a comparação dos gastos residenciais atuais for com 2018 e 2019, anos imediatamente anteriores à disseminação do novo coronavírus no mundo, houve um aumento de 5 kwh/mês (de 161,5 para os 166,5 atuais). “Isso é média, pode ser que um consumidor tenha duplicado a conta porque passou a trabalhar de casa e outro, reduziu pela metade porque perdeu o emprego e não consegue mais quitar o débito’, argumenta o economista.

A energia era mais barata no passado, por diversos fatores. Atualmente com o acionamento de usinas térmicas, cada vez mais usual, para evitar colapsos nas hidrelétricas com a falta de chuvas no país ajuda a encarecer a conta.

O desperdício da energia elétrica, também entra na equação. 15% de tudo o que é produzido pelas usinas do país (dados da Aneel) são simplesmente jogados fora por problemas técnicos do sistema ou por roubos e fraudes.

Como Economizar de Verdade?

Gerando sua própria energia, parece ser a resposta mais simples. Mas muitas vezes o investimento acaba sendo muito alto. Mas entrando no sistema COGECOM, é possível economizar até 20% da sua fatura de energia.

Veja como funciona:

Sem custo de adesão, o estabelecimento participa da geração remota de energia em usinas menores de energia renovável, que são repassados a concessionária, gerando créditos de energia pagando de 10 – 20% menos na fatura.

Você pode saber se seu estabelecimento se enquadra para Geração Distribuída clicando aqui.

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